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<TITLE>Mensagem</TITLE>
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<P class=texto><FONT size=1><FONT color=#666666><STRONG><SPAN class=chapeu>TV
digital</SPAN><BR></STRONG></FONT></FONT><STRONG><FONT size=2><FONT
color=#ff9933><SPAN class=titnews>Licenças de UHF por assinatura chamam a
atenção das teles</SPAN><BR></FONT></FONT><FONT size=1><SPAN
class=datas>04/10/2006, 17h51</SPAN><BR></FONT></STRONG>As licenças do Serviço
Especial de TV por Assinatura (TVAs) definitivamente entraram na pauta de
interesse do setor de telecomunicações, pelo menos pelo que se pôde perceber
durante a Futurecom, evento de telecomunicações que acontece esta semana em
Florianópolis.<BR>Aposta-se que estes canais poderão ser utilizados para a
oferta de serviços móveis de TV digital em modalidades pagas, o que não é
permitido aos radiodifusores. As TVAs são licenças de UHF criadas no final dos
anos 80 e que prestam serviços pagos, mas que podem transmitir 35% de sua
programação de forma aberta e gratuita. Há hoje, no Brasil, apenas 25 licenças
desse tipo, a maior parte nas grandes capitais e nas mãos de grandes grupos de
mídia. A Anatel já disse que precisa que estes canais de UHF sejam digitalizados
para evitar interferências na transmissão digital das emissoras
abertas.<BR>Desde que as autoridades brasileiras começaram a discutir a
possibilidade de implantação da televisão digital, intuiu-se que estes canais
poderiam ser utilizados pelas teles no processo. São faixas valiosas de 6 MHz
justamente no espectro da TV digital aberta (ou seja, na faixa que será
sintonizada pelos handsets e receptores móveis e portáteis de TV).<BR>De acordo
com Marco Aurélio Rodrigues, presidente da Qualcomm, a empresa manteve contatos
com a Anatel para discutir o tema e "levantar canais que pudessem ser utilizados
para transmitir nada menos que 20 canais de televisão em baixa definição (LD),
mais 10 canais de áudio e ainda um canal de texto". A Qualcomm, contudo, aposta
na sua própria tecnologia, o MediaFlo, para prestar esse tipo de serviço.
<BR><BR>Território dominado<BR><BR>Não se pode esquecer que estas licenças de
TVAs não são outorgas de serviços de radiodifusão, daí a possibilidade de
serviços pagos. O problema é que a regulamentação desta faixa é precária e as
outorgas estão em processo de renovação. Não há mais previsão da Anatel para que
novas licenças de TVA sejam outorgadas. <SPAN class=assinatura><FONT
color=#804000 size=1>Carlos Eduardo Zanatta - TELA VIVA
News</FONT></SPAN></P></FONT></DIV></BODY></HTML>